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Prefeitura de São Paulo abre Consulta Pública para discutir implantação de polos gastronômicos em parques municipais
Imagem: Acervo SVMA
A Prefeitura de São Paulo, por meio das secretarias do Verde e do Meio Ambiente (SVMA) e Executiva de Desestatização e Parcerias (SEDP), abriu consulta pública para a instalação de polos gastronômicos em 46 parques da capital. A iniciativa contribui para a valorização dos espaços, fortalece a infraestrutura para receber visitantes e contempla todas as regiões da cidade.
A consulta pública está aberta até 2 de março, reunindo sociedade civil e poder público em prol do município, garantindo mais transparência e legitimidade. A Audiência Pública será realizada no dia 25 de fevereiro, por videoconferência, a partir das 10 horas. Os interessados deverão fazer uma inscrição no link. Durante o espaço democrático, a administração municipal irá apresentar a proposta de implementação dos polos, que serão divididos em “permanentes”, com estruturas de alvenaria, e “não permanentes”, como foodtrucks, com duração de 5 ou 10 anos e destinados a empresas e pessoas físicas regularizadas, que comprovem experiência no setor gastronômico.
A iniciativa é uma estratégia coletiva que beneficia empreendedores, moradores e visitantes. “A vocação gastronômica de São Paulo é mundialmente reconhecida e tem impacto direto na criação de oportunidades. Quando novos polos gastronômicos são criados movimenta uma cadeia inteira da economia e isso faz diferença no dia a dia de muitos empreendedores”, avalia o secretário de Desestatização e Parcerias (SEDP), Luiz Fernando Machado.
Parques com estruturas permanentes passarão por requalificação para modernizar os equipamentos já existentes. A iniciativa inclui cinco áreas: Cemucam e Parque do Povo, na zona oeste; Aclimação e Independência, na região central; e Guarapiranga, na zona sul. Segundo o secretário municipal do Verde e do Meio Ambiente, Rodrigo Ashiuchi, “os polos gastronômicos são uma forma de valorizar os parques municipais, ampliando as possibilidades de uso desses espaços sem perder de vista a preservação ambiental. A iniciativa fortalece a infraestrutura, estimula a permanência dos visitantes e respeita a vocação de cada parque”.
O modelo não permanente estará presente em 29 parques, sendo quatro na região central, cinco na zona oeste, seis na zona leste, sete na zona norte e nove na zona sul. Os espaços receberão instalações modulares, fixas ou móveis, como contêineres, quiosques, food trucks e barracas. O objetivo é aumentar a frequência nos parques, garantindo conforto aos frequentadores, sem comprometer a função original dos equipamentos nem o meio ambiente.
Os polos gastronômicos terão termos de permissão de uso com duração de cinco a dez anos, destinados a empreendedores ou pessoas físicas regularizadas nos âmbitos fiscal e trabalhista, com experiência comprovada no setor alimentício. A seleção será feita com base na maior proposta apresentada.
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